Vindo do interior, enquanto a grande São Paulo me fascinava, gravando nosso disco no Estúdio Gazeta na Av. Paulista, a noite com suas luzes e automóveis me faziam sentir saudades da paz do e da simplicidade da vida das pequenas cidades. Lembrando dos cantores e violeiros e amigos que viviam o conflito cidade & campo e se aventuravam em busca de um lugar ao sol na grande cidade, escrevi essa letra que o Passoca musicou e incluiu no seu primeiro LP solo. O resultado foi emocionante, sempre pronto para ser ouvido e relido.
Pressa de Violeiro
Música: Passoca
Letra: Antonio Celso Duarte
Peço ao violeiro que me espere
Violeiro não de desespere não
Peço ao violeiro que me espere
Violeiro não de desespere não
A cidade é grande
A cidade é uma festa
Pena que o homem não é o que se pensa
Eu lhe dou o mote violeiro
Você me dá o refrão…
Te dou a pressa
Te dou o estouro
Não de uma boiada não
Te dou o estouro do escapamento
De um caminhão
Te dou um rio
Não um rio onde as águas correm
Pelo asfalto correm
Eu te dou o mote violeiro
Você me dá o refrão
Vindo do interior, enquanto a grande São Paulo me fascinava, gravando nosso disco no Estúdio Gazeta na Av. Paulista, a noite com suas luzes e automóveis me faziam sentir saudades da paz do e da simplicidade da vida das pequenas cidades. Lembrando dos cantores e violeiros e amigos que viviam o conflito cidade & campo e se aventuravam em busca de um lugar ao sol na grande cidade, escrevi essa letra que o Passoca musicou e incluiu no seu primeiro LP solo. O resultado foi emocionante, sempre pronto para ser ouvido e relido.
Vindo do interior, enquanto a grande São Paulo me fascinava, gravando nosso disco no Estúdio Gazeta na Av. Paulista, a noite com suas luzes e automóveis me faziam sentir saudades da paz do e da simplicidade da vida das pequenas cidades. Lembrando dos cantores e violeiros e amigos que viviam o conflito cidade & campo e se aventuravam em busca de um lugar ao sol na grande cidade, escrevi essa letra que o Passoca musicou e incluiu no seu primeiro LP solo. O resultado foi emocionante, sempre pronto para ser ouvido e relido.